Nota: Quer mais textos sobre o assunto? Então conheça meu blog, o Praticamente Inofensivo!
Atenção: Este post pode conter spoilers para quem não assistiu o filme 300.
Salve pessoas!
Ontem assisti ao filme 300, baseado na obra de Frank Miller Os 300 de Esparta (cuidado, este link também pode conter spoilers!), e só tenho duas palavras a dizer: fantástico, fenomenal.
Os 300 de Esparta (a Graphic Novel) eu já tinha lido a muitos anos atrás, na época eu fazia 7ª ou 8ª série, e entrou para o hall de revistas inesquecíveis da minha vida.
O filme não foi diferente. Extremamente fiel à revista (o diretor utilizou a revista em quadrinhos como Story Board), o filme conta a história do Rei Leônidas de Esparta, que parte com um destacamento de apenas 300 soldados para enfrentar o conquistador persa Xerxes (este sendo interpretado de forma muito competente por Rodrigo Santoro), e seu exercito de centenas de milhares de homens, que deseja incluir a Grécia em seu império. O Rei Leônidas pretende utilizar a própria geografia da Grécia contra os invasores, forçando-os a passar pelo Desfiladeiro das Termófilas, onde seu grande número não fará diferença.
Pessoas sensíveis, cuidado: este filme não é para vocês. O tempo todo vemos uma carnificina sem tamanho na tela, com decapitações, decepamembro de braços e pernas, e uma grande quantidade de corpos. Não estou dizendo que a diversão do filme está (apenas) na violência, é claro que também temos uma excelente trilha e efeitos sonoros, além de uma fotografia belíssima (que lembra a arte da revista em quadrinhos). Os espartanos até parecerem os vilões do filme, de tanto prazer que eles têm em matar.
Mas teve algumas coisas que eu não gostei no filme. A primeira coisa, foi que o diretor inseriu uma sub-história, que mostra a luta da Rainha de Esparta em convencer o Senado Espartano à enviar reforços ao Rei, que foi a Guerra sem o consentimento dos sacerdotes. Esta história não estava presente na revista em quadrinhos, e eu achei totalmente desnecessária. Ele poderia sem problemas ter feito um filme de 1 hora e 40 minutos em vez de um filme de duas horas.
Outra coisa que me incomodou foi quando o corcunda vai de encontro com Leônidas, se oferecendo para ingressar no exército espartano. Na revista em quadrinhos, Leônidas humilha o corcunda, que se joga do penhasco de tanto desgosto. No filme, Leônidas foi muito cordial com o mesmo, inclusive sugerindo outras formas de ajudar na batalha. O corcunda não se joga, joga apenas seu escudo do penhasco. Acredito que essa mudança tenha sido efetuada para que não seja passada uma imagem cruel do Rei Espartano. Coisas de produções Hollywoodianas…
Outra coisa que ficou um pouco chata, mas nem tanto, foi o excesso de cenas em câmeras lentas. Apesar de ficar muito legal, em algumas cenas deixou o filme um pouco cansativo… Mas talvez eu tenha me sentido assim porque era a segunda vez no mesmo dia que eu estava vendo o filme ;).
A sim: vale lembrar aos desavisados que, apesar do filme ser baseado em um fato histórico (a batalha das Termófilas) o filme (e os quadrinhos também) estão recheados de elementos ficcionais e fantasiosos. Ou seja, não saia do cinema pensando que Xerxes era um andrógino de 2,5 metros :-P.
O balanço final do filme foi muito positivo. Espero que Zack Snyder continue assim, afinal, ele está o cargo de diretor do filme Watchmen, adaptação da história em quadrinhos de super-herói mais importante da história.
Uma curiosidade: Frank Miller teve como inspiração para sua Graphic Novel um filme que ele assistiu quando pequeno, chamado Os 300 de Esparta. Ou seja, temos um filme, que virou HQ(História em Quadrinhos), que virou filme novamente. Só falta fazerem uma HQ baseada no filme novo de 300 para fechar o ciclo, ahahahah. :)
Houuuuul, Houuuuul, Houuuuul! (essa só quem ver o filme entende ;))
Nota: Gostou deste post? Então conheça o meu outro blog só deste assunto, o Praticamente Inofensivo!
Nota: Quer mais textos sobre o assunto? Então conheça meu blog, o Praticamente Inofensivo!
Cinco histórias. Quatro idiomas. Um rifle. Cinco Dramas unidos por uma bala.
Este final de semana eu fui assistir ao filme Babel, um drama que conta quatro histórias diferentes, que mesmo separados pela distância e pela língua, se relacionam entre si.
Temos a história de uma familia marroquina de pastores. O chefe da família decide comprar um rifle do seu vizinho, com o objetivo de proteger o rebanho do ataque de chacais. Como tomar conta do rebanho é trabalho dos filhos homens, duas crianças ficam responsáveis pelo rifle. Mais tarde, durante o pastoreio, elas decidem treinar o alcance do rifle nos carros em movimento. E é aí que começa o seu drama…
Richard (interpretado por Brad Pitt) e sua mulher são um casal de americanos que estavam viajando pelo Marrocos. Seu casamento não vai muito bem, devido à perda do filho caçula, que morreu dormindo no berço. Durante uma viagem de ônibus, uma bala disparada do alto de um morro inicia o drama de ambos…
Nos Estados Unidos, Amélia é uma imigrante mexicana que vive ilegalmente nos EUA à 16 anos, e é a babá do casal de filhos dos americanos em férias no Marrocos. Ela já está ciente da situação no Marrocos, pois Richard ligou para avisá-la. Devido a este problema, ela não poderá ir à festa de casamento do seu filho, a menos que arrume alguém que fique com as crianças. Como ela não consegue alguém para ficar com eles, resolve levá-los para a festa de casamento, no México. Seu drama começa na volta para os EUA, e com seu sobrinho bêbado…
No Japão, acompanhamos a história de um pai viúvo e sua filha surda-muda. A jovem tem problemas de relacionamento devido à sua deficiência, e seu pai tenta compreender o mundo da filha, que tem se isolado depois da morte da mãe.
A relação entre o drama japonês e os demais dramas ficará claro durante o andamento da história.
Resultado final: Eu gostei do filme, teve um resultado bastante interessante e satisfatório. Eu achei que é um filme bastante triste, mas afinal, é um drama ;)
PS: Nossa, como eu sou ruim para fazer resenha de filme. É melhor ficar com a resenha do filme feita pelo Omelete.
Prometo que na próxima resenha tento fazer uma coisa mais legal e informal.
Nota: Gostou deste post? Então conheça o meu outro blog só deste assunto, o Praticamente Inofensivo!
Nota: Quer mais textos sobre o assunto? Então conheça meu blog, o Praticamente Inofensivo!
Olá povo, tudo em paz?
Bom, essa semana não tem muito o que falar, apenas que eu assisti dois filmes realmente muito bons e resolvi fazer a crítica deles aqui no meu site. Acho que crítica de filmes e outras coisas nerds que eu acompanho é uma boa forma de preencher o blog quando eu não estiver falando de tecnologia.
Vou começar com o filme que ví quarta feira, mas não esperem uma crítica muito profunda. Sou apenas um cara que gosta de cinema, e não um crítico profissional :).
Título Original: The prestige
Direção: Christopher Nolan
Categoria: Suspense
Duração: 129 minutos
Elenco: Christian Bale, Hugh Jackman, David Bowie, Scarlett Johansson, Michael Caine, Piper Perabo, Andy Serkis
O Grande Truque também é um grande filme. Ele conta a história de dois mágicos rivais (Christian Bale e Hugh Jackman como Alfred Borden e Robert Angier, respectivamente), cada um empenhado de descobrir o segredo profissional do outro, numa disputa que durará toda a virada do século 19.
O Filme começa de uma forma bem confusa, e nem tudo faz sentido. Mas a medida em que o filme avança, podemos ligar os acontecimentos, e muito do que foi mostrado passa a fazer sentido.
Temos a participação especial do músico David Bowie, como o cientista Nikola Tesla, e também de Andy "Gollum" Serkis como seu assistente. Participações rápidas, mas importantes para a trama.
Enfim, O Grande Truque é um filme que merece ser visto, com certeza, mas apenas se você tiver estômago para histórias não-lineares. Como eu havia dito antes, você passa muito tempo no escuro, entendendo pouco, mas a medida que o filme avança para o final ele passa a fazer sentido.
Nota: 8/10.
Turistas é um filme de terror que estreou no circuito internacional essa semana, e aparentemente causou um "furor patriótico" em algumas pessoas, que se revoltaram a ponto de criar uma comunidade no Orkut para boicotar o “filme”.
Bom, eu sei que isso está se tornando raro no Brasil de hoje, mas existe uma coisa chamada liberdade de expressão, que garante que as pessoas, sejam elas roteiristas de cinema ou o rapaz que vem deixar a água mineral no meu apartamento, possam expressar suas idéias sobre qualquer coisa, sem sofrer censura de qualquer tipo.
Além do mais, o filme, em nenhum momento, deixa transparecer que não é uma ficção. Ele nem é filmado em forma de documentário.
Demonstrar um falso patriotismo por causa de um filme (também pode ser para um episódio dos Simpsons também). É o fim da picada. Gostaria de saber de esses “patriotas” da comunidade do Orkut trocariam a sua comunidade por algumas horas diárias para se fazer algo realmente bom pelo Brasil.
Eu disse que era o fim da picada? Não, eu me enganei. O fim da picada é a Embratur estar preocupada com a “repercussão” que o filme venha a ter no turismo brasileiro, além de agradecer aos críticos que negativaram o filme. Pela Mãe do Guarda! O Filme é verdadeiramente ruim, e está sendo um fracasso de público e crítica! Ninguém vai deixar de visitar o Brasil por causa de um filme (bom ou ruim), mas deixará por causa do tráfico de drogas, falta de estrutura etc.
Nota Zero para a Embratur.
Nota: Gostou deste post? Então conheça o meu outro blog só deste assunto, o Praticamente Inofensivo!
copyright © Marcus VBP, Todos os direitos reservados
Permitida a cópia desde que citado a fonte. [Política de Privacidade]
Powered by Drupal CMS.
Comentários recentes
4 dias 16 horas atrás
1 semana 2 dias atrás
1 semana 2 dias atrás
2 semanas 1 dia atrás
2 semanas 3 dias atrás
2 semanas 4 dias atrás
3 semanas 2 dias atrás
3 semanas 3 dias atrás
3 semanas 6 dias atrás
4 semanas 23 horas atrás