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[ UPDATE 16/03/07 ] Adicionei links para as aberturas das séries, basta clicar nas imagens.
Este post era para ser sobre os seriados que eu acompanho, mas como falar apenas dos seriados que assistia ficou gigante, resolvi escrever em duas partes.
Desde pequeno eu gosto de seriados. O grande culpado foi Arquivo X, que comecei a assistir na terceira temporada e não parei até o fim, para o bem e para o mal.
Digo para o mal porque, no final, a partir da oitava temporada, a qualidade dos episódios caiu muito. Além disso, Naquela época eu me tornei muito crédulo, o que não é uma coisa saudável. Contudo, como quase tudo na vida é um processo, hoje sou uma pessoa cética, em grande parte eu não apenas absorvia aquela desinformação, mas também pesquisei sobre elas. ;)
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Enfim, Arquivo X acabou, e eu passei um bom tempo sem ver séries, por vários motivos: era dependente da TV aberta (território das novelas, filmes dublados e programas de auditório dominicais), depois passei a estudar a noite.
Passei a assistir esporadicamente séries como Jornada nas Estrelas – A Nova Geração, Buffy, Angel, e outras séries.
Comentar Jornadas nas Estrelas – A Nova Geração
é bobagem: A série é muito boa, provavelmente a melhor depois da série clássica, da qual sou fã.
Comecei a assistir Buffy e depois Angel
para passar o tempo. As séries eram divertidas se você as levasse despretensiosamente. Lembra bastante o ritmo de uma história em quadrinhos para super-heróis, só que com vampiros (e que vampiros feiosos), caçadores e demônios :P
Então apareceram dois seriados ótimos, que me fizeram voltar a remarcar compromissos, sair cedo da aula, ficar no final de semana em casa para ver a reprise.
Firefly foi uma série da Fox, criada por Joss Whedon, o mesmo criador de Buffy e Angel. Era uma série de ficção científica muito boa: no futuro, quando a vida na Terra tornou-se insustentável, a humanidade se espalhou pela galáxia. Existia planetas tecnologicamente avançados no centro, que faziam parte da Confederação. E havia os planeta periféricos, mais atrasados tecnologicamente (em vários estágios; alguns eram estilo faroeste, outros como a Renascença, e assim por diante). Então houve uma guerra entre os confederados e não-confederados, sendo que os não-confederados perderam.
Na história, vemos o dia-a-dia de uma nave cargueira com uma tripulação inusitada (dois ex-combatentes da Guerra Confederada, um médico com uma irmã louca fugitiva do governo, uma acompanhante de luxo, um padre misterioso, um mercenário, uma mecânica e o piloto temerário) que vive no limite da Confederação e a periferia, realizando trabalhos nem sempre dentro da lei.
O seriado tinha histórias muito boas, e duas coisas se destacavam. A primeira era que, apesar de ser um cenário de ficção científica, não existiam raças alienígenas, apenas alguns boatos nos planetas, como se fossem lendas urbanas. Acho que o Joss Whedon enjoou do cheiro das máscaras de latex enquanto fazia Buffy/Angel, ahahahah ;)
A outra coisa que era espetacular era a beleza da atriz brasileira Morena Baccarin, que interpretava Inara, a acompanhante de luxo. Mesmo que o seriado fosse uma porcaria, valia a pena assistir o seriado por ela :D.
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Infelizmente, apesar do seriado ter sido bem recebido pela crítica, Firefly não rendeu uma boa audiência, o ele só teve apenas 11 episódios, deixando todos os fiéis fãs órfãos.
Em Setembro de 2005 estreou o filme do seriado, chamado Serenity, com apenas 50 milhões de dólares de orçamento, mas que foi sucesso de público e de crítica. E infelizmente eu ainda não pude assisti-lo :(.
Outro seriado muito bom que passava na mesma época era John Doe, estrelado por Dominic Purcell.
John Doe conta a história de um cara (Dominic Purcell), que acorda pelado em uma praia sem saber absolutamente nada sobre o seu passado. Contudo, ele passa ter conhecimento sobre tudo que se pode imaginar. Toda a informação da humanidade. Praticamente uma Wikipédia viva :D.
Como o cara não sabia nem o próprio nome, resolveu se batizar como John Doe (é uma expressão equivalente ao nosso zé ninguém), e passa os episódios tentando descobrir quem é ele.
Clique sobre a imagem para ver a abertura da série.
Naturalmente, ele se aproveita do conhecimento que ele possui: ganha algum dinheiro com a bolsa de valores, arruma um emprego como pianista em um bar, passa a ajudar a polícia como “sabe-tudo”.
O seriado tinha uma grande dose de mistério, com uma organização misteriosa que aparentemente está por trás de tudo, que utilizava de linguagem dos sinais para se comunicar entre seus membros de forma discreta (bem interessante a idéia).
Infelizmente este foi mais um seriado com uma idéia muito boa, mas que também não vingou, e rendeu apenas 22 episódios (uma temporada).
Notei que este texto está grande demais. Vou parar por aqui, por enquanto. Falei apenas dos seriados que eu assistia antigamente. Em breve escreverei sobre a era moderna dos seriados :P.
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1. j. noronha*
Desses seriados só acompanhei Arquivo X, e acho que o "jumping the shark" foi a gravidez da Scully, dali foi só ladeira abaixo.
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